Projetos

CMEI JARDIM GUANABARA III AGRUPAMENTO C - VESPERTINO PROFESSORAS: ALCIONE E IVANILDES TEMA: IDENTIDADE PREVISÃO: 3 MESES Goiânia, 1º semestre de 2010 PROBLEMATIZAÇÃO As crianças do Maternal I do CMEI Jardim Guanabara III iniciaram mais tarde o seu ano letivo e conseqüentemente o seu ingresso não se deu de forma integral, pois a turma foi sendo composta gradativamente e quando uma criança se habituava ao outro, esta ficava doente perdendo dias e até semana de aula. E foi a partir de duas atividades desenvolvidas em sala: “fantasminha legal” onde as crianças trabalhavam a atenção e o reconhecimento do outro e uma “dinâmica do coração” onde as mesmas oferecem um presente (coração de papel escrito o nome de uma colega) para quem ela tirou com um abraço. Foi aí que percebi o quanto à turma não conhecia uns aos outros, trocavam o nome dos colegas, algumas não convivia bem com o outro e isto já na terceira semana de aula. Por esta razão, um problema estava presente e carecia de resolução. E por que não um projeto sobre a identidade que envolvesse não só o eu como também a interação com o outro? (Dinâmica do Coração) ( Fantasminha Legal) JUSTIFICATIVA De acordo com o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, a identidade tem a função de distinguir, marcar as diferenças, sejam elas, físicas, emocionais e comportamentais, dos indivíduos. Sendo assim, de nada adianta prepararmos planejamentos especiais para trabalhar a identidade, se não é respeitado o ritmo de cada criança em sala de aula. É imprescindível que o educador atuante na fase inicial do processo de construção da identidade promova situações onde a criança reconheça suas particularidades e interaja com outras crianças, seja qual for à faixa etária (CLAPARÈDE 2004). Afinal, quem sou eu? A construção da identidade é um processo permanente, que começa tão logo que nascemos. Por um tempo, a criança pensa que ainda é parte da mãe. Depois, começa a se perceber como indivíduo, com seus gostos, seus prazeres, seus temores, suas paixões. Quando utilizam à linguagem do faz-de-conta, as crianças enriquecem sua identidade, porque podem experimentar outras formas de ser e pensar, ampliando suas concepções sobre as coisas e pessoas ao desempenhar vários papéis sociais ou personagens. (...) as crianças também podem internalizar e elaborar suas emoções e sentimentos, desenvolvendo um sentido próprio de moral e justiça. (REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇAO INFANTIL, 1998, P.23). Esta é a idéia deste projeto, partindo do tema da formação da identidade, essa iniciativa busca levar as crianças a perceberem-se como indivíduos, a se situarem, a aprenderem a diferenciar seus gostos e opiniões e, progressivamente, a compreender e respeitar a existência do outro. Este projeto foi idealizado por sentir a necessidade de proporcionar as crianças um conhecimento mais amplo de si mesma, das várias nuances do ser humano, com enfoque nas áreas cognitivas, sócio-afetiva e corporal, inseridas dentro do atual contexto sócio-histórico. Este tema também irá privilegiar o trabalho com o nome, como identidade, buscando assim associar a representação mais afetiva da identidade da criança – seu nome – às funções comunicativas da língua escrita, por meio de atividades diversificadas que envolvem os nomes das crianças e das professoras. Sendo também, ponto fundamental, aproveitar as oportunidades que surgirão para se trabalhar com as crianças as questões das diferenças entre os indivíduos, o respeito às pessoas e os valores necessários à convivência digna entre as mesmas. OBJETIVO GERAL Possibilitar no processo inicial da Educação Infantil, o reconhecimento, pela criança, da sua própria história de vida, resgatando a importância das suas ações e atitudes na construção da sua história e da história do outro, através de atividades que sejam próprias do mundo lúdico e do imaginário da criança respaldadas em valores éticos necessários a formação do cidadão. OBJETIVOS ESPECÍFICOS (parciais) • Identificar e reconhecer aspectos que o caracterizam no grupo ao qual pertence (características físicas e culturais, hábitos, costumes e valores); • Reconhecer o próprio nome e o dos colegas; • Identificar e nomear as partes do corpo; • Fazer com que a criança de um modo global conheça seu corpo, descubra que o indivíduo está presente em todas as comunidades, relacionando-se com outros seres e com todo o ambiente em que vive; • Trabalhar os cuidados com o corpo e a interação da criança com sua comunidade escolar, familiar, enfim, a sociedade que é de suma importância; • Proporcionar ao aluno a apropriação de sua identidade; • Perceber seu corpo como fonte de sensação, expressão e interação; • Perceber seu corpo como objeto de seu comando; • Conhecer as possibilidades e limitações dos movimentos de seu corpo; ATIVIDADES QUE ENRIQUECERÃO NOSSO PROJETO PRIMEIRA ETAPA DO PROJETO • Em roda iniciar de maneira descontraída e atrativa uma dinâmica – O Professor apresenta uma caixa, com tampa, decorada da maneira que achar mais atraente a seus alunos e dentro de suas possibilidades – Podendo ser caixa de sapato, de madeira, de vime, de qualquer outro artigo que tenha consumido, ou até mesmo um pequeno baú. • O professor apresenta a caixa dizendo que dentro dela tem o que existe de mais precioso, de mais importante, um verdadeiro tesouro. • Propõe, então, uma brincadeira onde cada um terá que olhar o que tem dentro da caixa, ver qual é este tesouro e manter segredo – Um a um devem olhar e voltar ao lugar sem poder contar o que viu – Esta é a regra da brincadeira. Manter segredo. • Dentro da caixa deve conter um espelho, bem no fundo, do tamanho exato da mesma. No momento em que a criança for olhar o tesouro verá refletida sua própria imagem. • A professora deve ficar atenta a cada reação individual ao deparar-se com a própria imagem. É fundamental criar um clima de muito interesse provocando sempre: Qual será este tesouro? • Após todos terem visto sua imagem refletida dentro da caixa e terem tido as mais diferentes reações, cuidando sempre para que não falem enquanto todos não olharem, abrir então o debate, a conversa informal. • O que vocês viram dentro da caixa? Descobriram o tesouro? • Aproveitar cada resposta dos alunos, orientando-os quando necessário, mas propiciando que se expressem. • A conversa deve fluir até o ponto em que o professor perceber que os alunos descobriram que eles são o tesouro – cada um deles – por isso não poderiam contar o segredo – pois todos somos únicos – ninguém é igual a ninguém. Após a realização da Dinâmica do Tesouro, ainda em círculo, sentados de forma confortável, provocar as crianças para que observem seus próprios corpos e façam comparações: - Quem é mais alto? Quem é mais baixo? Quem tem a mesma altura? Quem tem cabelos loiros: Quem tem cabelos castanhos? Quem tem cabelos pretos? Quem é negro? Quem é moreno? Quem é claro? Quem tem olhos azuis? E castanhos? Quem é menino? Quem é menina? Assim, propor que façam um gráfico, na parede, medindo a altura com barbante e em seguida que identifique com o nome da criança. Logo após ir criando diferentes situações de acordo com a turma, sempre tendo como objetivo que façam comparações a partir das diferenças e semelhanças existentes no próprio corpo e no corpo dos amigos. Concluir a atividade quando não houver mais interesse da turma. Vygotsky (1989, p.64) assevera-nos que “todas as funções no desenvolvimento da criança aparecem duas vezes: primeiro, no nível social, e, depois, no nível individual; primeiro entre pessoas (interpsicológica) e, depois, no interior da criança (intrapsicológica)”. Para ele, as origens da vida consciente e do pensamento abstrato deveriam ser procuradas na interação do organismo com as condições de vida social e nas formas históricosociais da espécie humana, procurando analisar o reflexo do mundo exterior no mundo interior dos indivíduos, a partir da interação destes sujeitos com a realidade. Por esta razão promover atividades que envolvam o contato com o próximo, pois as experiências vividas são ricas para o desenvolvimento humano. Para a criança, essa riqueza encontra-se principalmente na brincadeira e na fantasia, pois ela evolui por intermédio das interações com seus pares – crianças e adultos que a cercam. A criança que brinca experimenta-se e constitui-se por meio do brinquedo. Na visão sócio-histórica, a brincadeira é uma atividade específica da infância, fundamental para o seu desenvolvimento. Muito mais que prazeroso, o brinquedo preenche necessidades inerentes às crianças. É brincando que meninos e meninas se apropriam da sua realidade, usando sistemas simbólicos, dentro de um contexto histórico, cultural e social. Para Vygotsky (1989), a criança pequena necessita satisfazer os seus desejos imediatamente. Quando isto não é possível, ela busca realizá-los em sua imaginação, com o “faz-de-conta”. É por intermédio do brincar que a criança compreende seu grupo e sua cultura, constrói significados e elabora interpretações das diversas realidades. Ao referir-se especificamente à brincadeira de “faz de conta”, o autor afirma a importância do brinquedo e seu papel no desenvolvimento, uma vez que o mesmo favorece uma situação de transição entre a ação da criança com objetos concretos e suas ações com significados. Além da brincadeira de “faz-de-conta” ser uma situação imaginária, é também uma atividade em que a criança lida com regras regidas pela cultura. Tanto pela situação imaginária, como pela definição de regras específicas, o brinquedo cria uma zona de desenvolvimento proximal na criança. Ao brincar, a criança comporta-se de forma mais avançada do que nas atividades da vida real.  Em frente ao espelho, leve o aluno a apalpar e nomear as partes do próprio corpo e o dos colegas. Após a atividade, em roda, solicite que falem sobre seus sentimentos e sensações ao serem tocados por si mesmos e pelos colegas.  Em frente ao espelho, brinquem de fazer “careta” e expressões de alegria, tristeza, raiva, etc. Solicite às crianças que relatem em que situações já vivenciaram esses sentimentos.  Propor as crianças à leitura do poema “Receita de se olhar no espelho” de Roseana Murray. Além da leitura escrita também fazer a leitura gestual do que pedi o poema. Receita de se olhar no espelho Se olhe de frente De lado De costas De cabeça para baixo Pinte o espelho de azul, Faça caretas Feche os olhos Dourado, vermelho Ria, sorria Abra os olhos E se veja sempre surpresa Quem é você? SEGUNDA ETAPA DO PROJETO A construção da escrita do nome, na Educação Infantil, é vista como um grande caminho a ser percorrido pela criança. O nome próprio de uma criança é seu marco de identificação e, por isso, é tão valorizado por ela. É por esse motivo que o trabalho com o nome próprio gera uma relação de identidade da criança com a escrita. A primeira letra do nome próprio é sempre a mais reconhecida e escrita pelas crianças antes das demais. Muitas chegam a estabelecer uma relação de identidade que, em geral, as faz chama-la de minha letra. É sempre aquela que reconhecem mais depressa em diferentes textos, cartazes, otdoors e outros. A visualização é um mecanismo que faz parte da construção da escrita. Por este motivo é importante que os nomes estejam nos cabideiros, no quadro de chamada, nas cadeiras, nos crachás, nas atividades, etc. Ao identificar seu nome e observá-lo escrito em diferentes locais e materiais, a criança, consequentemente, o memoriza. A partir de então se inicia seu relacionamento com a escrita como representação de sua identidade, auxiliando-a a ver-se como um indivíduo que possui identificação. Por isso seu nome é tão importante. É um marco identificatório. O modelo da escrita do nome em diferentes matérias informa à criança sobre quais são as letras e qual a quantidade necessária de letras para escreve-lo, além de informar a posição e a ordem em que aparecem no seu nome. O sujeito é um construtor dos seus conhecimentos e nesse processo passa por etapas importantes que vão da visualização até o reconhecimento da escrita em diferentes lugares e formas. O objetivo maior do trabalho com a escrita do nome na Educação Infantil é fazer com que a criança se reconheça como um sujeito importante que possui um nome que é só seu, além de propiciar a aprendizagem da escrita.  Oferecer as crianças um acervo diversificado, contemplando os diversos tipos de textos representantes do acervo escrito produzido pela humanidade, tais como versos, poesias, músicas, trava-línguas etc.  O quadro de chamadinha fará parte do cotidiano das crianças onde elas mesmas poderão tocar, manusear, ler o seu próprio nome e dos colegas, pois isto dará a oportunidade a criança de ler segundo suas hipóteses. A importância da musicalidade para as tentativas de correspondência entre escrita e valor sonoro será outra técnica que irá compor este projeto, pois a música deve estar sempre presente no cotidiano da criança, ultrapassando, entretanto, o uso exclusivo de cantigas de roda, uma vez que o repertório musica brasileiro conta com músicas de excelente qualidade, como esta de autoria de Chico Buarque, “Todas as coisas tem nome”. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA CLAPARÈDE. Édouard, in FERRARI. Márcio. Um pioneiro da psicologia das crianças. Revista Nova Escola, ed. Novembro/2004. REFERENCIAL CURRICULAR NACIONAL PARA A EDUCAÇAO INFANTIL, 1998, P.23 O nosso nome é a nossa primeira identificação é também através dele que adquirimos a noção de identidade. Com ele nos diferenciamos das demais pessoas e percebemos, num primeiro momento, que somos um ser deferente dos outros ao nosso redor. A descoberta da identidade é um processo que começa tão logo nascemos. Aos poucos a criança começa a se perceber como individuo, com seus gostos, seus prazeres, seus temores. O projeto “Minhas primeiras descobertas” busca levar as crianças a perceberem-se como individuo, a se situarem, a aprenderem a diferenciar seus gostos e opiniões e, progressivamente, a compreender e respeitar a existência do outro. As crianças pensam o mundo de um jeito especial e muito próprio. É a partir das relações que estabelecem com a realidade em que convivem, com o meio familiar e com as pessoas que necessitam se relacionar no cotidiano, que elas passam a lere compreender o mundo. Cabe a educação localizar essa “leitura” e compreensão, possibilitando, no processo inicial da escolarização e reconhecimento pela criança da sua própria historia de vida. É desejável resgatar a importância das suas ações e atitudes no processo de construção da historia da humanidade, estimulando sempre a auto-estima. É pelo toque que temos as sensações de frio, quente, seco, molhado, percebemos as texturas, formas, volumes e até testamos o coração. O toque nos faz sentir o tato, um dos cinco sentidos humanos, que tem a pele, o maior órgão do corpo, como responsável. O tato tem um caráter de proximidade, por isso desperta tanto sensações físicas como emocionais. "Este é o único sentido que o ser humano não vive sem", constata o médico dermatologia Gustavo Silva Muniz, da Beneficência Portuguesa de Santos. E tem razão. Uma pessoa pode viver privada de enxergar, de ouvir, desprovida de olfato e do paladar, mas não consegue sobreviver sem a pele, nosso envoltório por excelência. A pele nos põe em contato com o mundo que nos cerca e tem várias funções como proteção, manutenção da temperatura, defesa imunológica, além da sensorial que atua intimamente em nosso sistema psíquico (principalmente sentimentos e emoções). "O tato é toda sensação gerada pelo toque de algo na pele. Ele é instintivo, não racional, tanto que é o primeiro sentido desenvolvido no feto, que reage ao estímulo dentro do útero. O bebê explora o mundo pelo tato, daí sua necessidade de pegar nas coisas que vê", comenta o médico. Ele explica que a pele é extremamente sensível devido à existência de incontáveis receptores neurológicos que existem bem na superfície, por todo o corpo. A perda da sensibilidade é perigosa, pois a pessoa pode se ferir sem perceber. Algumas doenças podem alterar a sensibilidade na região onde se instalam, como a hanseníase e o diabetes (por alterar sistema neurológico, lesiona o nervo e reduz a sensibilidade). Trauma na coluna também pode levar à perda da sensibilidade em alguma área do corpo. De olhos vendados, elas manusearam objetos e produtos com quatro principais receptores do tato: pressão e dor; identificação de temperatura; formas e volumes; texturas, consistência. Para isso, os professores usaram aparelho de medir pressão arterial, bolas de gás; bolinhas de gel, gelo, águas fria, morna e quente; papéis e materiais lisos e macios, rugosos, ásperos, em alto relevo, além de palitos e vários tamanhos, conchas, estrelas do mar ... Ansiosas e curiosas, as crianças foram tateando um a um e experimentando sensações. A reação de repulsa foi igual quando tocaram nas bolinhas de gel. "Parece uma gosma", disse Ana Luíza, recolhendo a mão de imediato após o toque. Letícia sentiu com mais intensidade a água fria, enquanto Julia foi mais sensível à água quente. E, assim, elas e as outras colegas de classe, todas na faixa dos 10 anos de idade, foram percebendo como nos comunicamos com o mundo pelo tato. Quando ela brinca de massinha, por exemplo, está recebendo noções de volume, forma, espessura, trabalhando habilidades artísticas. Avançando na idade e nos estudos, vão ganhando fundamentação teórica e experimentação para trabalhar lá na frente com o sólido e geométrico". A coordenadora pedagógica lembra que a escola tradicional prioriza a audição e visão, "é o escuta e lê, mas hoje percebe-se o quanto é fundamental tocar, manipular, sentir". O que o aluno poderá aprender com esta aula Levando em consideração o desenvolvimento da linguagem oral e corporal, as crianças na faixa etária de 3 anos de idade poderão aprender com esta aula: a) a sentir texturas, consistência, sabores e cores e começar expressar essas sensações por meio de palavras; b) a desenvolver os sentidos do tato, da visão e do paladar. Duração das atividades Cada atividade será desenvolvida em diferentes momentos com duração aproximada de 15 minutos. Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno Identificação de partes do corpo, com: mãos, olhos, língua, nariz. Estratégias e recursos da aula Considerações iniciais • As crianças pequenas antes do desenvolvimento da sua linguagem oral, se expressam utilizando a linguagem corporal. Nesse período, a aquisição do conhecimento é predominantemente perceptivo e sensorial. As crianças interagem com o outro (adulto ou outra criança), primordialmente através das emoções e sensações, uma linguagem corporal. • O corpo da criança também está impregnado de elementos sociais e culturais e precisa ser trabalhado no contexto escolar. De acordo com Melo (2005), são nos primeiros anos de vida, que o sujeito, recebe as primeiras sensações recebidas do mundo exterior. É a partir desse momento que a criança inicia a exploração do seu corpo e das pessoas que as cercam, aumentando paulatinamente através das interações sociais, as possibilidades de relação motora-espacial e ou a evolução da linguagem, que ocorre o desenvolvimento do corpo. Nesse sentido, é imprescindível o trabalho com crianças pequenas acerca do corpo e suas sensações. Atividade 1 –Experimentar os ingredientes da confecção de um grude para banho corporal. 1º Momento: O professor leva para a sala de aula duas bacias, uma contendo goma (massa da mandioca) e outra água e pede para que as crianças observem os conteúdos das bacias e pergunta se eles sabem o que tem em cada uma. Em seguida, incentiva às crianças para experimentar e expressar com palavras o que sentem e vêem. Essa experiência será realizada da seguinte forma, o professor pergunta: quem quer colocar a mão na bacia de goma? E ajuda cada criança a tocar e experimentar a massa; questiona: a massa está quente ou fria? É áspera ou macia? Como fica a mão? suja ou limpa? 2º momento - O professor realiza a mesma atividade com as crianças, primeiro elas mergulham as mãos na água gelada e o professor pergunta: está quente ou gelada? Em seguida apresenta a água quente e as crianças experimentam e dizem a temperatura. Por último ele questiona: como ficaram as mãos depois que vocês colocaram na água, secas ou molhadas? A água tem cheiro? Que cor tem? Que gosto tem? Pode ter uma jarra com água para a degustação. As fotos abaixo ilustram o momento. Recursos Complementares Referência: MELO, José Pereira de. Reflexão sobre corpo. In: VIEIRA, [et al.]. O ensino de artes e educação física na infância. Natal [RN]: Paidéia. 2005. Avaliação • Avaliar se as crianças: a) verbalizaram palavras representando as sensações; b) incorporaram ao seu vocabulário novas palavras como: áspero, macio, liquido, sólido, branco e incolor. c) participaram da atividade com envolvimento; d) esperaram a vez para experimentar as substâncias e falar o que sentiram.

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